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"O Teatro para crianças no Brasil" será o próximo tema de encontro.

Está previsto para o dia 31 de março de 2007, às 18:00 horas, o encontro em que será realizada uma mesa redonda para falarmos do Teatro para Crianças no contexto brasileiro.
Confirmaram a partipação artistas e diretores teatrais curitibanos, como a Fátima Ortiz, o Renato Perré, Maurício Vogue, Manoel Kobachuk, entre outros. Estão confirmadas, também, as presenças de Milton Morales Filho, diretor e dramaturgo do Teatro da Gioconda, SP, Taiana Haelsner, coordenadora do Fenatib, SC, e Ilo Krugli, fundador do Grupo Ventoforte de São Paulo, um criador que chamamos de divisor de águas no teatro para crianças, cuja influência percebe-se fortemente em algumas produções do teatro curitibano.

Para saber mais do Ilo Krugli , ver entrevista publicada no site da CBTIJ

Para ampliarmos esta discussão, agora só falta você comparecer!!

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Compartilhando minha leitura (Blas Torres)

Nesta edição do Festival de Teatro de Curitiba, consegui acompanhar algumas peças feitas para crianças e fiquei emocionado de que com tantos homicidas e sonhocidas, há ainda loucos que desejam levar à cena poesias para crianças. Eu, por exemplo, descubri, neste ano, Mário Quintana, quem nos deixa sua gratidão por ter nascido.

Além do nosso meio de artistas, há também aqueles que nos presenteiam com outras coisas, como esta tecnologia que permite comunicar-nos, por exemplo, onde eu coloco minhas ânsias e fica aberta para quem quiser. Oh benditos humanos adultos, somos crianças fantasiando seriamente que somos sérios e por sorte ainda nos maravilhamos com pequenas coisas e que, no entanto, são infinitas.

Bom divaguei demais e não disse nada, mas estive procurando reflexões sobre teatro para crianças, aqui na rede mesmo e encontrei tantas coisas que tive uma vontade danada em compartilhar e agradecer às pessos que as escreveram e se deram o trabalho de deixar na rede. Obrigado colegas do FENATIB (Festival Nacional de Teatro Infantil de Blumenau).

TEATRO PARA CRIANÇA

Teatro de um país só pode tornar-se um fenômeno culturalmente válido na medida em que for questionados e digeridos através de uma sistemática reflexão em profundidade sobre suas intenções, suas raízes, tendências e o papel que ele desempenha dentro da coletividade à qual se destina.

Entendemos que as formas culturais autênticas e livres estão relacionadas com a soberania de um povo. Um país que abandona suas raízes culturais perde o lastro de suas tradições e se direciona para uma forma reduzida de cultura enlatada, tornandose presa fácil de modismos e rapidamente se enfraquecendo. Enfraquecido passa a ser objeto de dominações estranhas à sua realidade, quando não de processos de colonização cultural cujo objetivo final é a exploração econômica.
Somos agredidos em nossa cultura sempre que importamos soluções alienígenas não adaptadas ao nosso meio – o que, infelizmente, tem acontecido com freqüência.

Este é o inicio de um trabalho feito pelo pessoal que participou do FENATIB onde escreveram várias pessoas. Vale a pena dar uma olhada.

Conteúdos na íntegra em formato pdf.

FENATIB 1

FENATIB 2

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